A conta que você faz para chegar no preço do seu artesanato tá errada, e ela custa 43% do seu lucro
Somar 30 por cento sobre o custo parece certo e não é. Veja em dois minutos por que a sua peça deveria custar R$ 14,29 e você está vendendo por R$ 13,00.
- Descobrir por que a peça de R$ 35 custa R$ 41 para fazer, antes de aceitar a próxima encomenda
- Responder quanto custa em menos de um minuto, com a tabela na tela, em vez de pedir para a cliente esperar
- Dizer o preço em voz alta sem gaguejar, porque existe uma conta atrás dele
R$ 47, pagamento único. Sete dias de garantia.

13
abas, do cálculo da sua hora até a agenda
3
fases do Método da Hora Cheia
7
dias de garantia
R$ 47
uma vez, sem mensalidade
Se você se reconhece em pelo menos uma dessas situações, a conta certa é para você
Situação 01
Faz a conta de cabeça ou no papel e manda o preço torcendo para fechar.
Situação 02
Aceita a encomenda animada e, no meio da produção, começa a achar que cobrou pouco.
Situação 03
Já baixou planilha, já tentou anotar num caderno, e nada durou mais de um mês.
Situação 04
Abaixa o preço sozinha, antes mesmo de a cliente pedir desconto.
Situação 05
Quando perguntam quanto custa, pede para a cliente esperar e vai refazer a conta.
Situação 06
Trabalhou o mês inteiro, vendeu bem, e mesmo assim não sobrou nada.
A culpa não é sua. O problema é a conta que te ensinaram
Toda artesã aprendeu a mesma coisa: soma o material, coloca um tanto de lucro em cima, manda o preço. Essa conta tem dois furos, e os dois puxam dinheiro do seu bolso.
O primeiro é a luz, a internet, o MEI e o desgaste das suas máquinas. Eles existem mesmo no mês em que você não vende nada, e não cabem em lugar nenhum na conta. Então quase toda artesã simplesmente esquece deles.
O segundo é mais sutil. Somar 30 por cento sobre o custo não entrega 30 por cento de lucro, entrega 23. A conta certa é dividir, não somar.
Não faltou disciplina. Faltou a conta certa.
| Tentativas | Soma o material | Cobra o seu tempo | Põe o custo do ateliê no preço |
|---|---|---|---|
| Conta de cabeça | sim | não | não |
| Planilha gratuita da internet | sim | não | não |
| O preço da vizinha | não | não | não |
| Aplicativo de gestão com mensalidade | sim | não | não |
| Preço Justo do Artesanato | sim | sim | sim |
Metodologia
O Método da Hora Cheia, que é o que separa preço de chute
A hora cheia é a sua hora de trabalho com o custo fixo do ateliê já dentro dela. É o número que quase nenhuma artesã conhece, e é dele que sai todo o resto. Funciona em três fases, e elas dependem uma da outra.
01
DESCOBRIR
Você lança o que o ateliê custa para existir mesmo quando não vende nada: luz, internet, MEI, aluguel proporcional, cursos, e o desgaste do computador, da impressora e da máquina de corte. Depois informa quantas horas por dia trabalha. Sai o valor da sua hora cheia.

02
PRECIFICAR
Você cadastra cada material uma vez só, com o preço da embalagem inteira, e o preço da unidade sai sozinho. Depois monta cada peça escolhendo materiais de uma lista e informando o tempo. Sai o preço à vista, no cartão e na plataforma, com a margem real aparecendo do lado de cada um.

03
CONTROLAR
Orçamento com a marca do seu ateliê, cadastro de clientes com as datas para lembrar, fluxo de caixa e agenda, tudo no mesmo lugar. Você sabe se o mês fechou no azul antes de o mês acabar.

De onde você preferir
Abre e pronto
Você recebe um endereço e uma senha. Abre no navegador que já usa, sem instalar nada e sem ocupar espaço no celular.
No computador e no celular
Preenche sentada no computador e consulta no celular na hora que a cliente pergunta.
Os dados são seus
Tudo fica guardado no seu aparelho. Nada é enviado para lugar nenhum, e nem eu tenho acesso ao que você cadastra.
OS SEUS MATERIAIS
Cadastra uma vez,
vale para sempre
Cada material entra uma vez só, com o preço da embalagem inteira. Quando o EVA subir de preço, você muda num lugar e todas as peças que usam EVA se atualizam sozinhas. Aqui também ficam os insumos que você mesma faz, como a etiqueta que imprime e corta, e a calculadora que diz quanto custa cada página impressa.

O SEU MÊS
Saber se fechou no azul
antes de o mês acabar
Entradas e saídas, com a taxa da plataforma calculada sozinha. Você vê para onde o dinheiro foi e quanto sobrou, sem esperar o extrato do banco contar a história depois.

O SEU ANO
O ano inteiro num gráfico só
Quanto entrou e quanto saiu, mês a mês, com o peso de cada categoria. É o retrato do ateliê que a planilha nunca te deu pronto.

O que muda quando a artesã
vê a conta pela primeira vez
Modelo, substituir
Eu cobrava R$ 28 numa lembrancinha que dava trabalho de duas horas. Quando lancei os custos, o preço mínimo dela era R$ 41. Eu estava pagando para trabalhar e não sabia.
Nome, cidade
Modelo, substituir
O que me pegou foi o campo das horas produtivas. Eu achava que trabalhava 180 horas por mês. Contando só o que virava peça vendida, eram 90. Meu preço estava pela metade e eu não fazia ideia.
Nome, cidade
Modelo, substituir
Eu vendia um kit com três bonecas por R$ 90 porque a vizinha vendia por R$ 85. Fiz a conta e o custo era R$ 78. Eu estava ganhando R$ 12 por três dias de trabalho. Hoje o kit sai por R$ 134 e eu continuo vendendo.
Nome, cidade
Modelo, substituir
Mandei o primeiro orçamento com a marca do meu ateliê e a cliente respondeu perguntando se eu tinha loja física. Nunca tinha acontecido.
Nome, cidade
Quem fez
Nasceu do meu ateliê,
não de uma ideia de negócio
Eu sou a Thati Dias. Desde 2022 eu ensino artesãs a criarem os próprios moldes no computador. Já são mais de 90 alunas no Moldes Perfeitos, a maioria trabalhando com EVA.
Minha história com preço começa num defeito meu. Eu sou do tipo que coloca a mão na massa. Tudo que eu vejo e gosto, eu procuro um jeito de fazer. E era exatamente isso que me travava na hora de cobrar, porque eu achava que todo mundo era assim. Se a cliente também conseguiria fazer aquele topo de bolo em casa, e mais barato, eu concluía que ninguém ia pagar caro pelo meu.
Mesmo depois que comecei a calcular, eu abaixava o preço que eu mesma tinha acabado de calcular. Sem a cliente pedir desconto. Eu fazia isso sozinha, antes de mandar a mensagem. Demorei a entender que o que ela paga não é o material. É o meu tempo, o meu conhecimento e a curadoria de material que faz a peça ficar em pé.
Um topo de bolo personalizado em camadas eu vendia por R$ 100. Quando refiz a conta do jeito certo, ele dava R$ 150. E o motivo principal não era o material, era a minha hora, que estava defasada e não cobria o custo fixo do ateliê. Cada topo que eu vendia levava embora um pedaço do que a luz, a internet e as máquinas custavam para existir.
A virada foi quando parei de chutar e fui estudar precificação. Encontrei uma fórmula que não depende de achismo, porque ela é calculada. Como essa é uma dificuldade grande no mundo do artesanato, e não é falta de talento, é falta de conta, coloquei essa fórmula dentro de um aplicativo para outras artesãs enxergarem o próprio valor e colocarem o preço justo no artesanato delas.

Junto com o aplicativo
Dois bônus que ficam com você para sempre

Bônus 1. A planilha em Excel
A mesma conta em planilha, para quem prefere Excel ou precisa trabalhar sem internet. Cobre custos, hora, materiais, produtos, tabela de preços e molde digital. É a versão simplificada, e ela é sua para sempre, no seu computador.
De R$ 37 por R$ 0

Bônus 2. Atualizações gratuitas, sem baixar nada
O aplicativo mora num endereço fixo. Quando eu melhorar alguma coisa, você abre o mesmo link e já está atualizado, sem instalar, sem baixar e sem perder um dado sequer. E não precisa ficar adivinhando o que mudou: o aplicativo te avisa na abertura, com a lista do que entrou de novo.
De R$ 47 por R$ 0
Um aplicativo de gestão custa por mês.Este custa uma vez.
Os aplicativos de gestão que existem cobram todo mês, para sempre. Enquanto você usar, você paga.
- O aplicativo do ateliê, com 13 abasR$ 97
- Calculadora de vetorizaçãoR$ 37
- Fluxo de caixa em PDF com a sua marcaR$ 27
- Bônus 1. A planilha em ExcelR$ 37
- Bônus 2. Atualizações gratuitasR$ 47
- SomaR$ 245
Hoje, por R$ 47
À vista no Pix ou parcelado no cartão. Uma vez só. Não tem mensalidade, não tem renovação e o aplicativo não pede cadastro nenhum.
R$ 47 é menos do que você deixa de ganhar nas encomendas precificadas de forma errada, como a peça de R$ 13,00 que deveria ser R$ 14,29.
Compra processada pela Hotmart. Seus dados de pagamento não passam por mim, e os dados que você cadastrar no aplicativo ficam no seu aparelho.
Onde procurar quando travar
A primeira aba do aplicativo se chama Comece Aqui, e ela não é enfeite. Tem a ordem certa de preencher, o que sai de cada aba e as três regras que mudam o preço, explicadas com número. A maior parte das dúvidas morre ali.
Cada aba também traz uma faixa explicando o que fazer naquela tela, com exemplo. Você não precisa decorar nada nem assistir aula antes de usar.
E para o que sobrar, é só me escrever em moldesperfeitos@gmail.com. Eu respondo em até 2 dias úteis, e na prática costuma ser bem antes.
Sete dias para fazer a conta e decidir
Entre, cadastre os seus custos e refaça o preço de uma peça que você já vende. Se em sete dias você achar que a conta não mudou nada para você, é só pedir o dinheiro de volta pela própria plataforma. Sem formulário, sem explicação e sem eu te perguntar por quê.
Faço assim porque a única coisa que eu preciso que aconteça é você fazer a conta uma vez. Se ela mostrar que estava tudo certo antes, ótimo, você descobriu isso por R$ 47 e eu devolvo. Se mostrar o contrário, você não vai querer devolver.
O que as artesãs perguntam antes de comprar

Você não abriu um ateliê para trabalhar de graça
Você escolhe o material com cuidado, aprende técnica nova, refaz a peça quando não fica boa e entrega no prazo. Isso é trabalho, e trabalho tem preço.
O que falta não é talento e não é vontade. É a conta.
Sete dias de garantia. Se a conta não mudar nada para você, devolvo o valor sem perguntar nada.